Poema de Ossip Mandelstam.
Encontrar-nos-emos outra vez em Petersburgo
como se ali tivéssemos enterrado o sol,
e então pronunciaremos pela primeira vez
a palavra abençoada sem sentido.
Na noite soviética, no negro de veludo,
no Vácuo de veludo negro, os olhos adorados
de mulheres abençoadas ainda cantam,
nascem as flores que jamais morrerão.
como se ali tivéssemos enterrado o sol,
e então pronunciaremos pela primeira vez
a palavra abençoada sem sentido.
Na noite soviética, no negro de veludo,
no Vácuo de veludo negro, os olhos adorados
de mulheres abençoadas ainda cantam,
nascem as flores que jamais morrerão.
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